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28 setembro 2010

Ela não acredita no amor

Ela não acreditava no amor. Teve apenas um namorado, casou-se cedo com ele, sempre foi fiel, mesmo quando descobriu que era traida. Ela não tinha culpa, ela não sabia retribuir tal 'gentileza', foi sua criação, aprendeu que era assim que as mulheres deveriam ser. Tinha caráter, até demais.

A primeira traição do marido ela descobriu por acaso, brigaram e logo ela o perdoou. Depois veio outra. E outraS. Teria sido melhor se ela não tivesse descoberto, ou pelo menos se tivesse fingido que não sabia, pois hoje as traições do seu marido são descaradas. Ele não faz mais questão de esconde-las.


Por isso ela não acredita no amor, e não há quem a convença de que ele existe. Seu casamento se mantém por conveniência, tradição, medo do que vão falar ou por qualquer outro movtivo banal. Ela nem procura motivos, apenas se cala no casamento, não pode nem usar os filhos como motivo pra se manter casada, já estão os dois bem crescidinhos e logo sairão de casa pra viverem suas vidas.
Quando pergunto a ela:

"- Então porque não se separa, já que o casamento vai tão mal?"

Ela se levanta, me encara e diz com firmeza:

"- Separar??? Agora que aguentei ele por 25 anos? Agora, separar, pra ele gastar dinheiro com as mulheres por aí? Gastar o nosso dinheiro, que eu ajudei a juntar e construir? Separar e arrumar outro homem IGUAL? NÃO, agora ELE vai ter que me aguentar."


E assim ela vive, desacreditada do amor. Talvez tenha medo da solidão, por isso não se separa. Talvez tenha se 'acostumado' com essa vida. Ou talvez tenha sido educada pra isso, pra casar e ser fiel ao marido até que a morte os separe. Antigamente era assim.

[Mente Hiperativa]

5 comentários:

Deborah Schcolnic disse...

Oi, tive coragem de voltar e estou passando para dar um oi. Gostei dos últimos pensamentos recentes, vamos ver se também servirá de inspiração para meu diário....obrigado. bjim

Ana SS disse...

Comédia da vida privada!
Rs...

Paulo D. disse...

Nossa, cada situação que a gente vê por ai.
Na primeira traição ela já deveria ter se separado, ele ajudou a cultivar isso. Infelizmente não foi uma mulher forte para colocar um basta nisso desde a primeira vez, e agora ela se faz de "forte" ficando do lado dele, ela deveria largar tudo e viver sozinha, se os filhos já tem um idade considerável eles vão entender perfeitamente o por que de a mãe deles ter ido embora...Na vida temos o livre arbítrio, temos a capacidade de escolha, ela poderia ter colocado um fim nisso a muito tempo.

Tallita Souza disse...

tem um ditado e uma música que dizem: "se casamento fosse bom, não precisava testemunha.."...
ameeei o blog e seu post :*

Dario Dariurtz disse...

Eu já vi e ouvi esse tipo de história. Cada um carrega a cruz que pode sustentar. Vamos ser felizes!!!

Blogo, logo existo.

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"... E que fique muito mal explicado. Não faço força para ser entendido. Quem faz sentido é soldado..."

Mário Quintana